quarta-feira, março 15, 2006

Para fora do nosso alcance..

pudessem elas fugir
da doença galopante
pudessem elas partir
para uma terra distante
pudessem adormecer
num berço flutuante

pudesse eu voar
e levá-las por diante

pudesse eu desertar
ser ave por instante
pudesse adormercer
num berço flutuante



(foto de Alberto Carreño)

10 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

O Homem e o seu eterno desejo de voar, de ser como uma ave, poder voar e nunca mais voltar, poder sonhar e nunca mais acordar, ser livre e ter asas para explorar. Para fora do nosso alcance, para onde a vista não consiga chegar e ser um albatroz que paira sobre o mar..
Seja qual fôr o destino é sempre para fora do nosso alcance e ainda bem!

1:51 da tarde  
Blogger Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Que lindo ficou o desenho alinhado das aves com as nuvens...

Voltarei em seguida!!!
Espere um pouquinho...
ò,ó

5:05 da tarde  
Blogger Lâmina d'Água, Silêncio & Escriba disse...

Ai Hugo...
Que lindo...

Tu parece mesmo um lindo e colorido pássaro gigante... Desses que abraça a terra e a faz sentir-se amada e protegida, mesmo sem a tua ilha flutuante!!!

Beijinhos!!!
ò,ó

5:08 da tarde  
Blogger aprendiz de viajante disse...

Guardas aqui um mundo lindo! Adorei teu blog.

11:05 da tarde  
Blogger Desambientado disse...

Fantástico post. Fiquei de boca aberta.

1:28 da manhã  
Anonymous Anónimo disse...

Hugo, tens uma ilha flutuante e não dizes nada a ninguem?!

11:27 da manhã  
Blogger Paulo J. Ribeiro disse...

Pudesse eu voar!

Fantástico!!

9:56 da tarde  
Anonymous Mar disse...

Lindo, lindo e lindo. Tanto o voar do poema como as palavras mudas da foto. Pudesse eu sair das letras e voar... voar....

10:09 da manhã  
Blogger Fátima Silva disse...

Maravilhosa essa poesia. Por um momento já estava a voar com elas para longe desta sina que as persegue.
Lindo este post!

12:38 da manhã  
Blogger Angela Ursa disse...

Amigo guerreiro Hugo, tenho desejado muito que as aves possam, novamente, voar em paz, enfeitando os céus, sem trazer o rastro do medo da doença. Beijo da Ursa

2:32 da manhã  

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